Mostrando postagens com marcador Filmes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Filmes. Mostrar todas as postagens

sábado, 24 de março de 2012

FILME CRISTIADA É APRESENTADO EM ROMA


ZP12032201 - 22-03-2012
Permalink: http://www.zenit.org/article-29948?l=portuguese



Reconhecimento aos mártires que lutaram pela fé e pela liberdade religiosa

Por Sergio Mora
ROMA, quinta-feira, 22 de março de 2012 (ZENIT.org) - Quatro dias antes da viagem apostólica do papa a Cuba e ao México, foi apresentado nesta quarta-feira (21), em Roma, o filme mexicano Cristiada, que narra os terríveis eventos da guerra civil mexicana (1929–1929), conhecida como guerra cristera, entre cujos personagens há vários que foram canonizados por João Paulo II ou beatificados por Bento XVI.
Num auditório do Instituto Patrístico Agustinianum, situado ao lado das colunas de Bernini da Praça de São Pedro, os convidados, em sua maioria jornalistas e pessoas do mundo da comunicação e dos espetáculos, assistiram à pré-estreia em evento organizado pela agência H2O e apresentado pelo mexicano Pablo José Barroso, produtor do filme, e por Jesús Colina, diretor de Aleteia.org.
O produtor destacou: “Neste domingo, o santo padre celebrará a missa aos pés do Cerro Cubilete, onde está a imagem de Cristo Rei, centro geográfico e espiritual do México. Significa um reconhecimento a todos os nossos mártires que lutaram pela fé e pela liberdade de religião”.
O produtor recordou que, entre os personagens, um dos protagonistas é um menino, “o beato José Sánchez del Río, martirizado quando tinha 14 anos e beatificado por Bento XVI, junto com Anacleto González Flores, Miguel Gómez Loza e os irmãos Vargas”.
“Vocês conhecerão a história deles, como a de Cristóbal Magallanes, interpretado por Peter O'Toole, e a do padre José María Robles, canonizados por João Paulo II”.
No Cerro Cubilete, há 90 anos, o delegado apostólico Ernesto Filippi consagrou a primeira pedra do monumento a Cristo Rei, o que lhe valeu a deportação. O papa celebrará ali a santa missa com mais de quatrocentas mil pessoas.
“Com Cristiada, nós queremos que o mundo saiba e nunca se esqueça das pessoas que morreram por Jesus, pela fé e para defender a sua liberdade de religião. Sempre com as palavras Viva Cristo Rey y la Virgen de Guadalupe!” E terminou pedindo “o apoio de vocês e de todas as pessoas que acreditam na liberdade para continuarmos nos cinemas”.
O filme será apresentado nas salas do México em 20 de abril, nos Estados Unidos em 1º de junho e na Espanha em setembro. É a mais recente produção mexicana capaz de competir com as melhores do mundo. No elenco, nomes de fama mundial como Andy García e Peter O’Toole. O diretor é Dean Wright, cujos efeitos especiais foram vistos em TitanicO Senhor dos Anéis eAs Crônicas de Nárnia. O roteiro é de Michael Love, baseado em eventos históricos. O filme foi rodado em inglês.
“Planejamos o filme há três anos. Quem diria que o papa iria para o México e, mais ainda, para o Cubilete, e celebraria uma missa lá! Tudo isso vem do céu!”, comemora Barroso.
“Nós, da Dos Corazones Films, fizemos outros três filmes e vemos que as pessoas querem histórias com valores positivos. Primeiro fizemos um sobre a história da Virgem de Guadalupe, depois um sobre A Lenda do Sol, e depois O Grande Milagre, que ficou em primeiro lugar nas bilheterias do México durante cinco semanas. Eu não queria fazer mais filmes, mas quando Deus quer alguma coisa, ele é mais insistente do que ninguém. E aconteceu. Ele mesmo nos inspirou e guiou, achamos ótimos atores e o resultado superou as minhas expectativas”.
“Os cristeros são importantes para o México e para todo o continente, são pessoas que se entregaram pelas suas crenças e, graças a eles, conseguimos a liberdade de religião que temos hoje, e até uma viagem de um papa ao México”.
Baseado nos fatos reais da guerra cristera, o filme começa com a proibição de culto imposta pelo presidente Plutarco Calles. Um milhão de assinaturas foram apresentadas em protesto e rejeitadas pelo governo, que adotou uma série de intimidações, interrompendo missas e chegando a fuzilar sacerdotes, num crescendo de violência que levou as pessoas simples das áreas rurais a empunhar as armas. Grande número de católicos aderiu, outros não apoiaram e muitos não participaram, mas ajudaram os cristeros com armas e apoio logístico. Começou também um boicote econômico popular, evitando qualquer consumo.
O filme, que conta uma guerra de três anos através de uma rica série de personagens e efeitos especiais, recorda que não faltaram brutalidades como a queima de 51 pessoas dentro de um trem por causa de um ataque cristero. Os rebeldes recebem a ajuda de um general, Enrique Gorostieta, se disciplinam e dão corpo ao levantamento, colocando em sérias dificuldades o governo de Calles. A mediação de Roma para dar fim ao conflito não é aceita.
O filme é pródigo em detalhes importantes que mostram a transformação interior dos personagens, partindo do general Gorostieta, que aceita comandar as tropas em defesa da liberdade religiosa, mesmo não acreditando na Igreja. Mas o suceder-se dos fatos prepara a sua conversão. É determinante o papel do menino José, um dos principais personagens, que é assassinado depois de ser torturado por não renegar a fé, preferindo proclamar “Viva Cristo Rei!”.
Para ver o trailer: http://www.cristiadafilm.com.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

UM FILME EXCELENTE PARA AS FAMÍLIAS CRISTÃS

ZP12021801 - 18-02-2012 Permalink: http://www.zenit.org/article-29733?l=portuguese "There Be Dragons (2011) ROMA, sábado, 18 de fevereiro de 2012 (ZENIT.org) -. A história é convincente. No contexto da Guerra Civil Espanhola o jovem Josemaria Escrivá, se forma, cresce e funda o Opus Dei. O diretor e os atores são de grande qualidade e profissionalismo. Indumentárias e roteiro excelentes. O filme There Be Dragons está disponível em DVD em espanhol (ou Inglês), com legendas em italiano. Publicamos abaixo a apreciação do filme feita por Franco Olearo, fundador e animador do site:http://www.familycinematv.it/ Robert é um jornalista responsável por escrever um artigo sobre Josemaria Escrivá, cuja beatificação está próxima. Chegando em Madri, tenta entrar em contato com seu pai Manolo que não tem visto há anos. Este, primeiro relutante, decide contar a sua história para seu filho, que estava intimamente ligada com a de Santo Escrivá: passaram uma juventude feliz juntos, mas depois, a guerra civil separou os seus destinos ... A figura de Santo Escrivá jovem surge com as suas dificuldades humanas mas também com toda a potência da sua fé com a qual consegue afrontar o período negro da Guerra Civil Espanhola e dar serenidade e esperança àqueles que estão ao seu redor. A habilidade do diretor Ronad Joffé consegue manter alto o interesse em toda a narração de uma história rica e densa de conteúdo. O co-protagonista Manolo, um personagem fictício, aparece pouco convincente, como uma figura mais ideal do que humana. Roland Joffe é um autor que se faz perguntas e procura respostas. Fá-lo por meio dos protagonistas dos seus filmes mais significativos, que se encontram envolvidos em situações de conflito realmente acontecidas no passado próximo ou remoto; nesse contexto eles procuram compreender, muitas vezes de modo perturbado, o que é certo ou o que é errado fazer. Em algumas de suas obras os personagens principais são dois, para testemunhar uma maneira diferente de reagir aos acontecimentos. Na Missão (1986), o padre jesuíta Gabriel (Jeremy Irons) e o aventureiro Rodrigo Mendoza (Robert De Niro) respondem de modo diferente à injusta imposição de remover a “sagrada experiência” realizada, feita no sinal do Evangelho, entre os índios Guarani e se Rodrigo pega as armas para lutar contra a ofensiva das tropas portuguesas, o Padre Gabriel organiza uma procissão com o Santíssimo Sacramento, seguido por mulheres e crianças. No Grito no Silêncio (1984) que tem como cenário Camboja e as atrocidades dos Khmer Vermelhos, Sidney, um jornalista americano (Sam Waterston) decide voltar para casa, enquanto seu companheiro cambojiano Pran escolhe ficar. Sidney não tem paz por ter podido salvar a si mesmo, mas não o seu amigo e começa uma longa busca na tentativa de trazê-lo de novo à pátria. Mais uma vez, em There Be Dragons (Encontrarás Dragões), Joffe leva o espectador para o interior de um conflito (o filme acontece principalmente durante a Guerra Civil Espanhola) e mais uma vez os protagonistas se perguntam, diante de um drama que divide as famílias e dilacera as consciências, qual é a melhor forma de se comportar? Neste último trabalho a abordagem é diferente dos filmes anteriores: a resposta não se refere ao senso comum, à consciência do indivíduo, mas Roland Joffé encontrou as respostas que estava procurando em um contexto mais amplo: nos ensinamentos e no exemplo de São Josemaria Escrivá, fundador do Opus Dei. Ao mesmo tempo, como nos seus filmes anteriores, coloca ao lado de Josemaria um personagem de contraste, Manolo, um amigo de infância imaginário que logo escolhe caminhos diferentes: na sua alma atormentada se concentra o espírito de vingança, ciúme e cinismo daqueles que não encontram sentido na vida se não buscam lucro pessoal. Em 1936, Josemaría tinha 34 anos e Joffre se limita somente a traçar breves quadros das peripécias deste jovem sacerdote e dos seus primeiros seguidores (a difícil vida numa Madri sob a ameaça dos ataques dos republicanos, a primeira aprovação do Opus Dei, a longa marcha através dos Pirenéus para ir para a zona nacionalista), mas ainda se considerando um agnóstico, o autor compreendeu muito bem a fé que sustentou JoseMaria naqueles anos e à medida que a história avança, cresce em profundidade até abraçar temas universais: o significado do perdão, o poder dilacerante do ódio e da vingança, o sentido do mal que atinge também os inocentes, os sinais com os quais acolher a providência divina, o diálogo entre diferentes religiões, a vocação sacerdotal, a vocação à santidade dos leigos. O filme aborda todas essas questões sem tentar propor, como muitas vezes acontece em muitos filmes contemporâneos, uma sabedoria, humana filosofia de vida, mas coloca no centro do problema a relação entre o homem e Deus e vai buscar diretamente o senso sobrenatural com que devem ser abordados os grandes momentos da história nas pequenas escolhas diárias. Em uma sequência dramática, diante da violência que atinge sacerdotes e pessoas inocentes na Madri de 1936, os jovens que acompanham Escrivá vêem a necessidade de reagir, armando-se e organizando-se numa espécie de cruzada. Josemaria lembra-lhes que a revolução que realiza um cristão é antes de mais nada aquela interior: não é possível existir ódio entre nós porque somos todos filhos de Deus, também os nossos inimigos; é necessário sermos pacificadores e orar por aqueles que estão errados. Outro tema que percorre todo o filme é o do perdão: é lembrado pelo diretor do seminário, após uma briga que envolve Josemaría e Manolo: " A negação do perdão é a única coisa que não nos será perdoada". É o perdão que une no final do filme Manolo com seu filho no seu leito de morte, depois de anos de indiferença recíproca e o une idealmente também a Josemaria (que morreu anos antes), e que nunca tinha deixado de rezar por ele e de escrever-lhe regularmente. O silêncio de Deus, o sentido incomensurável da dor que afeta também os inocentes é abordado várias vezes em circunstâncias diferentes do filme: de Josemaría criança, que após a morte da sua terceira irmãzinha, pergunta à sua mãe se ela já começou a odiar a Deus; da garota que foi violentada e que se pergunta se Deus não é um monstro, mas que depois decide responder com mais amor e mais oração. Mas é a babá de Josemaria (a simpática Geraldine Chaplin), que tenta compreender o sentido da providência divina: "A vida é como um fio de um desses bordados, que são tecidos com outros fios que permanecem juntos no espaço e no tempo. É difícil intuir a figura que Deus está bordando antes dele terminar o bordado." Joffe pega esta, como também outras frases da rica biografia do Santo Escrivá, mas as reelabora criativamente dentro da sua construção, permitindo-se também alguma variação compreensível: o pai de Josemaria era um comerciante têxtil, mas no filme se torna proprietário de uma fábrica de chocolate: desta forma, a transformação de um grão numa preciosa barra de chocolate, graças à habilidade e ao trabalho duro dos trabalhadores, torna-se a metáfora de um caminho de santificação por meio do trabalho bem feito na vida cotidiana. É graças ao conhecimento profundo que Joffe atingiu da figura do santo e da interpretação bem-sucedida de Carlies Cox que o personagem Josemaria chega a ser particularmente bem sucedido; não podemos dizer o mesmo de Manolo, personagem construído na imaginação, do qual esperávamos não a idealização do mal no estado puro, mas um personagem com traços mais humanos. O filme tem duas horas de duração, mas a capacidade de Joffé de trabalhar entre passado e presente, com várias histórias paralela consegue manter alta a atenção do espectador até o fim, mesmo se o seu conteúdo seja tão denso e que seja fácil chegar a sentir a necessidade de vê-lo uma segunda vez. O filme foi distribuído na Espanha, Estados Unidos e América Latina e está disponível em DVD em espanhol (ou Inglês), com legendas em italiano. * Título Original: There Be Dragons País: Espanha, Argentina Ano: 2011 Diretor: Roland Joffé Roteiro: Roland Joffé Produção: Antena 3 Films, o Monte Santa Fe Duração: 120 Elenco: Carlies Cox, Wes Bentley, Olga Kurylenko, Geraldine Chaplin, Dougray Scott, Rodrigo Santoro * Para adquirir o DVD, você pode clicar no link a seguir: http://www.amazon.com/There-Be-Dragons-Charlie-Cox/dp/B005PM1188?tag=zenilmonvisda-21 [Tradução Thácio Siqueira]

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

John Ronald Reuel Tolkien


J. R. R. Tolkien foi professor de língua e literatura anglo-saxônica e inglesa de 1925 a 1959 na Universidade de Oxford. Tolkien é mais conhecido por seus livros O Hobbit (1937), O senhor dos anéis, que compreende três volumes: A sociedade do anel, As duas torres e O retorno do rei (1954-55), e O Silmarilion (1977), todos ambientados no mundo mitológico da Terra-Média. Tolkien foi um católico ardoroso que lembrava-se e experimentara um período onde a liberdade religiosa ainda não estava completamente garantida na Grã-Bretanha. A fé, para Tolkien, como observa seu biógrafo literário Joseph Pearce, “não era uma opinião a que poderíamos subscrever, mas uma realidade a que deveríamos nos submeter.” De fato, o relacionamento de Tolkien com C. S. Lewis, seu colega na Universidade de Oxford, foi providencial para levar um Lewis desiludido de volta à fé cristã. A fé de Tolkien é tão central em seus livros sobre a Terra-média quanto sua preocupação em preservar a liberdade. Antes de se tornar um professor ilustre, Tolkien serviu no exército britânico durante a Primeira Guerra Mundial. As experiências em primeira mão que teve na Primeira Guerra trouxeram uma imensa preocupação, para não dizer uma total apreensão, com a ascenção do totalitarismo.
O mal do poder totalitário é um dos temas centrais d'O senhor dos anéis. Como ele mesmo explicava, O senhor dos anéis é uma estória “formulada em termos de um lado bom e um lado mau, da beleza contra a feiúra cruel, da tirania contra a realeza, da liberdade moderada pelo consentimento contra a compulsão que há muito perdeu o objeto, salvo o mero poder, e assim por diante.” O enredo central d'O senhor dos anéis envolve a questão épica de destruir o Um anel, que continha o poder de governar toda a Terra-média. Ainda que as personagens e os acontecimentos d'O senhor dos anéis geralmente desafiem precisos paralelos alegóricos, o Um anel facilmente simboliza a corrupção e a tirania que resultam do poder político incontrolado. O Um anel dá ao usuário o poder de governar a Terra-média, mas também impõe uma escravidão inescapável para manter o poder a qualquer custo. Num determinado nível, O senhor dos anéis faz a alegoria da progressão de um tirano. Começando como governante, até mesmo com boas intenções, ele ou ela passa a ser governado por uma ânsia espasmódica de adquirir ainda mais poder e o desejo insaciável de esmagar qualquer liberdade. O tirano, então se torna tão escravo quanto seus súditos, onde tudo o que existe passa à um estado banal de servidão que repudia qualquer expressão de virtude.

sábado, 30 de outubro de 2010

O guia de filmes do Vaticano




Em 1995, pelo centésimo aniversário do cinema, o Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais editou uma relação de 45 filmes que possuem especial importância em matérias religiosas, artísticas ou morais.
Observe-se, porém, que devemos assistir a esses filmes como pessoas maduras e inteligentes, sabendo pensar criticamente e separando as coisas boas e as coisas más que existem neles. Ora, nenhum filme é perfeito, nem mesmo os da categoria principal (Religião); portanto, nem tudo que apresentam é endossado.
Em particular, as ideias religiosas contidas nos filmes relacionados sob a categoria Arte ou Valores, não são endossadas (se as ideias religiosas existentes nesses filmes fossem endossadas, estariam relacionados sob a categoria Religião, ainda que tal categoria não reflita perfeição total).
Da mesma forma, nem todas as idéias morais apresentadas nos filmes de Arte são endossadas; esses filmes foram incluídos porque são marcos da arte cinematográfica e não por causa dos valores religiosos ou morais existentes neles.
Igualmente, os filmes listados na categoria Valores expressam bem um determinado ponto moral, podendo, entretanto, possuir outras ideias morais ou religiosas que não são endossadas.
Dublado ou legendado, boa parte desses filmes se encontra disponível em vídeo nas locadoras. Que tal, então, assistir a um desses filmes hoje à noite?
RELIGIÃO
·         A Paixão (La Passion) - Ferdinand Zecca (França, 1903).
·         A Paixão de Joana d'Arc (The Passion of Joan of Darc) - Carl Dreyer (França, 1928).
·         O Senhor Vicente (Monsieur Vicent) - Maurice Cloche (França, 1947).
·         As Flores de São Francisco (Flowers of St. Francis) - Roberto Rossellini (Itália, 1950).
·         Ordet/O Mundo (Ordet/The World) - Carl Dreyer (Dinamarca, 1955).
·         Ben-Hur (Ben-Hur) - William Wyler (Estados Unidos, 1959).
·         O Nazareno (Nazarin) - Luis Bunuel (México, 1959).
·         O Evangelho segundo São Mateus (The Gospel According to St. Mathew) - Pier Paolo Pasolini (Itália, 1964).
·         Um Homem para todos os Tempos (A Man for All Seasons) - Fred Zinnemann (Inglaterra, 1966).
·         Andrei Rublev (Andrei Rublev) - Andrei Tarkovsky (União Soviética, 1966).
·         O Sacrifício (The Sacrifice) - Andrei Tarkovsky (Suécia/França, 1986).
·         A Missão - Roland Joffe (Inglaterra, 1986).
·         A Festa de Babete (Babette's Feast) - Gabriel Axel (Dinamarca, 1987).
·         Francisco (Francesco) - Liliana Cavani (Itália, 1988).
ARTE
·         Nosferatu (Nosferatu) - F. W. Murnau (Alemanha, 1922).
·         Metrópolis (Metropolis) - Fritz Lang (Alemanha, 1927).
·         Napoleão (Napoleon) - Abel Gance (França, 1927).
·         A Pequena Garota (Little Women) - George Cukor (Estados Unidos, 1933).
·         Tempos Modernos (Modern Times) - Charles Chaplain (Estados Unidos, 1936).
·         A Grande Ilusão (Grand Illusion) - Jean Renoir (França, 1937).
·         A Diligência (Stagecoach) - John Ford (Estados Unidos, 1939).
·         O Mágico de Oz (The Wizard of Oz) - Victor Fleming (Estados Unidos, 1939).
·         Fantasia (Fantasia) - Walt Disney (Estados Unidos, 1940).
·         Cidadão Kane (Citizen Kane) - Orson Welles (Estados Unidos, 1941).
·         The Lavendar Hill Mob (The Lavendar Hill Mob) - Charles Chrichton (Inglaterra, 1951).
·         A Estrada (La Strada) - Federico Fellini (Itália, 1954).
·         8 1/2 (8 1/2) - Federico Fellini (Itália, 1963).
·         O Leopardo (The Leopard) - Luchino Visconti (Itália, 1963).
·         2001: Uma Odisséia no Espaço (2001: A Space Oddessy) - Stanley Kubrick (Inglaterra, 1968).
VALORES
·         Intolerância (Intolerance) - D. W. Giffith (Estados Unidos, 1916).
·         Cidade Aberta (Open City) - Roberto Rossellini (Itália, 1945).
·         É uma Vida Maravilhosa (It's a Wonderful Life) - Frank Capra (Estados Unidos, 1947).
·         O Ladrão de Bicicletas (The Bicycle Thief) - Vittorio Di Sica (Itália, 1948).
·         Na Área da Praia (On the Waterfront) - Elia Kazan (Estados Unidos, 1954).
·         A Harpa da Birmânia (The Burmese Harp) - Kon Ichikawa (Japão, 1956).
·         Morangos Selvagens (Wild Strawberries) - Ingmar Bergman (Suécia, 1957).
·         O Sétimo Selo (The Seventh Seal) - Ingmar Bergman (Suécia, 1957).
·         Dersu Uzala (Dersu Uzala) - Akira Kurosawa (União Soviética/Japão, 1975).
·         A Árvore de Wooden Clogs (The Tree of Wooden Clogs) - Ermanno Olmi (Itália, 1978).
·         Carruagens de Fogo (Chariots of Fire) - Hugh Hudson (Inglaterra, 1981).
·         Gandhi (Gandhi) - Richard Attenborough (Inglaterra, 1982).
·         O Revoar das Crianças (Au Revoir les Enfants) - Louis Malle (França, 1987).
·         O Decálogo (Dekalog) - Krzystof Kieslowski (Polônia, 1988).
·         A Lista de Schindler (Schindler's List) - Steven Spielberg (Estados Unidos, 1993).

Fonte: Nazareth Resource Library
Tradução: Carlos Martins Nabeto