Por Fernando Nascimento
Toda vez que um protestante, um comunista, ateu ou qualquer outro
inimigo da Igreja, que gosta de erroneamente chamar a Idade Média de
“trevas”, citar redondamente enganado, que a Igreja é “primitiva”, é
“medieval” e que eles mesmos são da era do celular, televisão, DNA,
Genética, Genoma, Física, fibra ótica, viagens espaciais ou energia
nuclear, deveriam receber dos católicos a resposta:
“Nós não tivemos essas coisas na Idade Média porque estávamos ocupados em inventá-las e descobri-las para que as tenhas hoje.” – e indagar-lhes -
“os que pensam como ti, o que oferecerão ás futuras gerações?”
Hoje, há professores como Thomas Woods graduado na Universidade de
Harvard e é doutor em História pela Universidade de Columbia, Edward
Grant escrevendo livros editados pela Universidade de Cambridge, Thomas
Goldstein, A.C.Crombie, David Lindberg e muitos outros. E todos eles
concordam que, você mente, quando alega que a Igreja foi uma oponente
das ciências. Pelo contrário, há aspectos do pensamento católico que
foram indispensáveis para o desenvolvimento da ciência.
Confira como a Igreja Católica construiu a Civilização Moderna e a livrou da ignorância e do massacre dos Bárbaros:
- A Igreja Católica teve de empreender a tarefa de introduzir a lei do
Evangelho e o Sermão da Montanha entre os povos Bárbaros, que tinham o
homicídio como a mais honrosa ocupação e a vingança como sinônimo de
justiça. (Christopher Dawson);
- A Igreja Católica forneceu mais
ajuda e apoio financeiro ao estudo da Astronomia, por mais de seis
séculos – da recuperação do saber antigo da Baixa Idade Média ao
Iluminismo -, do que qualquer outra e, provavelmente, todas as outras
instituições. (J.L.Heilbron – Universidade da Califórnia, em Berkeley);
-
A Igreja funda a primeira universidade do mundo, em Bolonha, na Itália.
A criação da instituição dá à Europa o impulso intelectual que
desembocaria no Renascimento no século XIV, e na Revolução Científica,
entre os séculos VXI e XVII.
- Reginald Grégoire (1985), afirma:
“os
monges deram a toda a Europa… uma rede de fábricas, centros de criação
de gado, centros de educação, fervor espiritual, … uma avançada
civilização emergiu da onda caótica dos bárbaros”. Ele afirma que: “Sem
dúvida alguma S. Bento (o mais importante arquiteto do monarquismo
ocidental) foi o Pai da Europa. Os Beneditinos e seus filhos, foram os
Pais da civilização Européia”;
- O nosso padrão de contar o tempo foi criado por um monge católico chamado Dionísio, por volta do início do século 4;
-
Foram os católicos escolásticos que criaram a Ciência Econômica
Moderna. Foram eles que criaram a economia, e não os secularistas do
Iluminismo;
- São Mesrob, sacerdote católico, foi o criador do alfabeto armênio.
-
Os Jesuítas – da Companhia de Jesus – foram tão exímios nas ciências
que, neste exato momento, 35 crateras lunares têm o nome de cientistas
jesuítas;
- São Cirilo e Metódio, no século IX, desenvolveram um
alfabeto para o velho idioma eslavo, este se tornou o precursor do
alfabeto russo “cirílico”. Em 885, são Metódio traduziu a Bíblia inteira
neste idioma;
- O católico franciscano Roger Bacon (séc 13), que
lecionava na Universidade de Oxford, é considerado o precursor da
revolução científica;
- O monge matemático Jordanus Nemorarius,
além dos conhecimentos que contribuiu à matemática introduzindo os
sinais de “mais” e de “menos”, iniciou a investigação dos problemas da
mecânica, superando a visão dos problemas do equilíbrio. Foi o fundador
da escola medieval de mecânica, foi o primeiro em formular corretamente
a
“lei do plano inclinado” e pesquisou sobre a conservação do trabalho nas máquinas simples.
- Os Jesuítas estão entre os maiores matemáticos da história;
-
O abade Nicolau Copérnico foi o astrônomo e matemático que desenvolveu a
teoria heliocêntrica do Sistema Solar. Sua teoria do Heliocentrismo,
que colocou o Sol como o centro do Sistema Solar, contrariando a então
vigente teoria geocêntrica (que considerava, a Terra como o centro), é
tida como uma das mais importantes hipóteses científicas de todos os
tempos, tendo constituído o ponto de partida da astronomia moderna.
-
O padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão (1685 -1724), foi um cientista e
inventor nascido no Brasil Colônia. Famoso por ter inventado o primeiro
aeróstato operacional, era chamado de
“o padre voador”, é uma
das maiores figuras da história da aeronáutica mundial. Ele também é o
inventor de uma “máquina para a drenagem da água alagadora das
embarcações de alto mar.”
- Papa Gregório XIII, foi quem nos deu o
Calendário Gregoriano, que é o calendário utilizado na maior parte do
mundo, e em todos os países ocidentais. A China o aprovou em 1912.
- Jean Buridan (1300-1358) foi um filósofo e padre francês, que desenvolveu e popularizou a
“teoria do Ímpeto”,
que explicava o movimento de projéteis e objetos em queda livre. Essa
teoria pavimentou o caminho para a dinâmica de Galileu e para o famoso
princípio da Inércia, de Isaac Newton;
- Nicole d’Oresme
(c.1323-1382) era teólogo dedicado e Bispo de Lisieux, foi um gênio
intelectual e talvez o pensador mais original do século XIV. Foi um dos
principais propagadores das ciências modernas. Na
“Livre du ciel et du monde” (1377),
Oresme se opôs à teoria de uma Terra estacionária como proposto por
Aristóteles e, neste trabalho, ele propôs a rotação da Terra, cerca de
200 anos antes de Copérnico. No entanto, ele estragou um pouco este belo
pedaço de pensamento, rejeitando suas próprias idéias, no final dos
trabalhos e assim, como Clagett escreve, não pode ser considerada como a
reivindicação de que a Terra girava antes de Copérnico. Ele escreveu
“Questiones Super Libros Aristotelis de Anima lidar”, com a natureza da luz, reflexão da luz e da velocidade da luz, discutidos em detalhes.
- O monge Luca Bartolomeo de Pacioli é considerado o pai da contabilidade moderna. Um dos seus alunos foi Leonardo da Vinci;
-
O padre paraibano Francisco João de Azevedo, é reconhecido como
inventor e construtor da máquina de escrever. O que temos certeza é que a
máquina realmente existiu, funcionava, foi exposta ao público, ganhou
medalhas, e, o mais importante, em dezembro de 1861, portanto antes que
Samuel W. Soule e seus dois parceiros, em 1868, recebessem a
formalização da patente nos Estados Unidos;
- De acordo com o
Dicionário de Biografia Científica, santo Alberto Magno, que ensinou na
Universidade de París, era habilidosos em todos os ramos da ciência,
“foi um dos mais famosos precursores da Ciência Moderna na Alta Idade Média”. Desde 1941 ele é declarado o
“patrono de todos que cultivam as ciências naturais”;
-
O padre Nicolas Steno é considerado o pai da Estratigrafia, que estuda
as camadas de rochas sedimentares formadas na superfície terrestre. Um
geólogo precisa conhecer os princípios de Steno.
- Jean-Antoine
Nollet, foi abade e físico francês, se constitui como um grande
divulgador da física e da eletricidade em particular. Construiu alguns
dos primeiros eletroscópios, a sua própria máquina eletrostática, e
também uma versão “seca” da garrafa de Leiden.
- Os jesuítas no
século 18 contribuíram para o desenvolvimento do relógio de pêndulo,
pantógrafos, barômetros, telescópios e microscópios refletores para
campos científicos variados como: magnetismo, ótica e eletricidade. Eles
observaram, às vezes antes que de qualquer outro, as faixas coloridas
dos anéis na superfície de Júpiter, a Nebulosa de Andômeda e anéis de
Saturno. Eles teorizaram sobre a circulação do sangue, independentemente
de Harvey, a possibilidade teórica de vôo, o modo como a lua afeta as
marés e a natureza ondular da luz, mapas estelares de hemisfério sul,
lógica simbólica e medidas de controle de enchentes. Tudo isso foi
realização típica dos jesuítas.
- O padre Giabattista Riccioli foi a primeira pessoa a calcular a velocidade com que um corpo em queda livre acelera até o chão,
-
O padre Francesco Grimaldi descobriu e nomeou o fenômeno de difração da
luz. Ele também participou de uma descrição detalhada de um mapa da
superfície da lua. Esse mapa chamado de Selenógrafo, adorna até hoje a
entrada do Museu Nacional do Ar e Espaço, em Washington D.C.;
- O
padre Roger Boscovich, falecido em 1787, é louvado por cientistas
modernos por ter apresentado a primeira descrição coerente de teoria
atômica, bem mais de um século antes que a teoria atômica moderna
emergisse. Ele foi considerado
“o maior gênio que a Iugoslávia produziu”;
- Nos séculos 17 e 18 as catedrais de Bolonha, Florença, París e Roma funcionavam como observatórios solares superiores;
-
O padre Athanasius Kircher é considerado o pai da Egiptologia. Foi
graças ao trabalho deste padre que encontrou-se a Pedra Rosetta, que
decifrou os símbolos egípcios. Ele foi chamado de
“Mestre das cem artes”.
Seu trabalho em química ajudou a desbancar a alquimia, que era um tipo
de falsa ciência, que até Isaac Newton e Boyle levavam a sério. Foi esse
padre que jogou água fria nisso.
- Foi um Jesuíta quem escreveu
exatamente o primeiro livro sobre Sismologia nos Estados Unidos. Era o
padre J.B. Macelawane. Todo ano, a União Geofísica Americana, prêmia com
uma medalha com o nome deste padre, um jovem geofísico inspirador.
O
padre J.B. Macelawane também foi o primeiro presidente da União
Geofísica Americana. Por isso o estudo dos terremotos é conhecido como
“A Ciência Jesuíta”;
-
Foi um astrônomo católico chamado Giovanni Cassini quem usou a Catedral
de São Petrônio, em Bolonha, para verificar as teorias de movimentos
planetários de Johannes Kepler.
- Foram os monges católicos que desenvolveram a
“minúscula carolígia”,
ou seja as letras minúsculas, o espaçamento entre palavras e a
acentuação, já que o mundo só escrevia em letras maiúsculas, sem
espaçamentos e sem acentuação.
- O ensino superior na Idade Média era ministrado por iniciativa da Igreja;
- O documento mais antigo que contém a palavra
“Universitas” (universidade), utilizada para um centro de estudo, é uma carta do Papa Inocêncio III ao “Estúdio Geral de Paris”;
-
A universidade de Oxford, na Inglaterra, surgiu de uma escola monacal
católica organizada como universidade por estudantes da Sorbone de
Paris. Foi apoiada pelo Papa Inocêncio IV (1243-1254) em 1254;
- O historiador francês Henri Daniel – Ropes no século 20 disse:
“graças
as repetidas intervenções do papado, a educação superior foi habilitada
a expandir suas fronteiras; a Igreja, na verdade, foi a matriz que
produziu a universidade, o ninho de onde esta tomou vôo.”;
- Os papas estabeleceram mais universidades do que qualquer outra pessoa na Europa;
-
Até 1440 foram erigidas na Europa 55 Universidades e 12 Institutos de
ensino superior, onde se ministravam cursos de Direito, Medicina,
Línguas, Artes, Ciências, Filosofia e Teologia. Todos fundados pela
Igreja;
- Os monges católicos introduziram safras e indústrias e métodos de produção que não se conheciam antes;
- O monge italiano católico Guido d’Arezzo (992 -1050), criou as 7 notas musicais
dó, ré, mi, fá, sol, lá, si
utilizando ás sílabas iniciais de uma estrofe de um hino a São João
para denominá-las. Ele também apresentou pela primeira vez a Pauta
Musical de quatro linhas. O sistema ainda é usado até hoje.
- Os
monges católicos foram pioneiros em maquinaria e mecanização. Eles
usavam a energia da água para todos os tipos e propósitos;
- O primeiro relógio de que tivemos notícia foi construído pelo futuro papa Silvestre II, em 996;
-
No século 11, um monge beneditino inglês, chamado Eilmer de Malmesbury,
voou aproximadamente 600 metros por meio de um planador sustentado no
ar por cerca de quinze segundos. Ele consta no site da Força Aérea
Americana – USAF, como pioneiro do vôo do homem, tendo feito isso 1000
anos antes dos irmãos Wright e de Santos Dumont;
- Em 1688, Dom
Perignon, do mosteiro de São Pedro, Hautvillieres-on-the-Marne,
descobriu a Champanhe através de experimentação misturando vinhos;
- Disse o estudioso francês Reginald Gregoire:
“De
fato, seja na extração de sal, chumbo, ferro, alume ou gipsita, ou na
metalurgia, extração de mármore, condução de cutelarias e vidrarias, ou
forja de placas de metal, também conhecidas como rotábulos, não há
nenhuma atividade em que os monges não mostrassem criatividade e um
fértil espírito de pesquisa. Utilizando sua força de trabalho, eles
instruíram e treinaram à perfeição. O conhecimento técnico monástico se
espalharia pela Europa.”;
- O Jesuíta espanhol Baltasar
Gracián (1601-1658), com seus livros, impressionou e inspirou filósofos,
escritores e pensadores ao longo de mais de trezentos e cinqüenta anos,
entre estes estavam: Nietzsche, Schopenhauer, Voltaire e Lacan, que
foram leitores entusiasmados dos livros deste jesuíta. O filósofo Arthur
Schopenhauer considerava seu livro
“El Criticón”, “um dos melhores livros do mundo.”
Friedrich Nietzsche declarou sobre a obra de Gracián:
“A
Europa nunca produziu nada mais refinado em questão de sutileza moral.”
“Absolutamente único … um livro para uso constante … um companheiro na
vida. Estas máximas são especialmente adequadas àqueles que desejam
prosperar no grande mundo”.
- Foram os monges católicos,
que na Inglaterra, no século 16, desenvolveram a primeira caldeira para
produção de larga escala de ferro fundido;
- O padre Gregor Mendel (1822-1884), é considerado no meio científico como
“o pai da genética”.
Graças a Mendel, o troca-troca genético de que a gente tanto ouve falar
se tornou possível. Os transgênicos (animais e plantas que recebem
genes de outras espécies de seres vivos), hoje são uma realidade! O
homem hoje é capaz de modificar o gene de uma planta para torná-la mais
resistente às pragas, por exemplo. Ou então, fazer experiências trocando
genes de animais, para tentar desenvolver novos medicamentos.
- Diz um historiador protestante:
“se
não fosse pelos monges e monastérios, o dilúvio bárbaro poderia ter
varrido completamente os traços da civilização romana. O monge foi o
pioneiro da civilização e da cristandade na Inglaterra, Alemanha,
Polônia, Boêmia, Suécia, Dinamarca. Com o incessante estrondo das armas a
sua volta, foi o monge em seu claustro mesmo nas remotas fortalezas,
por exemplo, no Monte Athos, quem, perseverando e transcrevendo
manuscritos antigos, tanto cristãos como pagãos, assim como registrando
suas observações de eventos contemporâneos, foi repassando a tocha do
conhecimento intactas às futuras gerações e amealhando estoques de
erudição para as pesquisas de uma área mais esclarecida. Os primeiros
músicos, pintores, fazendeiros, estadistas da Europa após a queda da
Roma imperial sob o ataque violento dos bárbaros, eram monges”. (A Protestant Historian)
- Albert Einstein declarou:
“Só
a Igreja se pronunciou claramente contra a campanha hitlerista que
suprimia a liberdade. Até então a Igreja nunca tinha chamado minha
atenção; hoje, porém, expresso minha admiração e meu profundo apreço por
esta Igreja que, sozinha, teve o valor de lutar pelas liberdades morais
e espirituais”. (Albert Einstein, The Tablet de Londres);
-
Padre Francisco de Vitória, que foi professor na Universidade de
Salamanca, foi quem nos deu o exato primeiro Tratado de Direito
Internacional da história;
- A Pontífice Academia de Ciências do
Vaticano, atualmente, conta com 61 acadêmicos, dos quais 29 são
vencedores do Prêmio Nobel. Trata-se de uma relação de notáveis
cientistas premiados por suas pesquisas no campo da medicina, química,
física, etc., entre os quais figuram Marshaw Nerimberg, o descobridor do
Código Genético de todos os seres, e nada mais nada menos que, Francis
Collins, o mapeador do DNA humano e diretor do Projeto Genoma;
- A
invenção dos mais modernos e imprescindíveis meios de comunicação,
deve-se a um membro da Igreja, o brasileiro padre Landell, inventor
pioneiro do rádio, do telefone sem fio, do telégrafo sem fio, da
televisão e do teletipo usado pela imprensa. Nas patentes são agregados
vários avanços técnicos como a transmissão por meio de ondas contínuas,
através da luz, princípio da fibra óptica e por ondas curtas; e a
válvula de três eletrodos, peça fundamental no desenvolvimento da
radiodifusão e para o envio de mensagens. Ainda em 1904 o padre Landell
inicia os testes precursores de transmissão da imagem. Em outras
palavras, testava aquilo que viria a ser a televisão. Ele também testou a
transmissão de textos, sendo precursor do teletipo, tão utilizado nos
telejornais para envio de notícias pelas agências internacionais. Ambas
as experiências eram feitas à distância, por ondas que, segundo um
jornal paulista, eram denominadas de Ondas Landeleanas. Confira em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Landell_de_Moura
-
O cosmólogo padre Michael Heller, é o ganhador do mais polpudo prêmio
acadêmico já pago pela ciência moderna. Ele provou matematicamente a
existência de Deus;
- Um dos princípios mais importantes que a
Igreja legou ao desenvolvimento das ciências vem de um verso bíblico! Um
verso bíblico que foi um dos mais citados durante toda a Idade Média.
Esse verso é: Sabedoria 11, 21, esse verso diz: que
“ Deus dispôs tudo com medida, quantidade e peso”.
Daí a ciência ter conseguido tanto êxito por crer que vivemos num
universo ordenado. É tudo matemático e ordenado de acordo com padrões.
Por isso Santo Agostinho (354-430), já afirmava:
“Deus é um grande Geômetra.”
Detalhe: o protestantismo, fundado em 1517 retirou o Livro da Sabedoria
de suas bíblias. O desprezo protestante a Copérnico e à ciência, ficou
documentado nas palavras de Lutero, que dizia:
“O abade Copérnico
surgiu, pretendendo que a terra girasse em torno do Sol … lê-se na
Bíblia que Josué deteve o Sol; não foi a Terra que ele deteve. Copérnico
é um tolo.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 145).
Lutero não sabia que o que Josué narrava foi o que lhe pereceu a seus olhos, naquele grande milagre de Deus.
Sobre a ciência, chamada de
“razão” naquele tempo, dizia Lutero:
“A
razão é a prostituta, sustentáculo do diabo, uma prostituta perversa,
má, roída de sarna e de lepra, feia de rosto, joguemos-lhe imundícies na
face para torná-la mais feia ainda.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 217).
Eis
o grande legado da Igreja Católica à Civilização Moderna e a verdadeira
aversão grotesca à ciência, externada pelo pai do protestantismo.
______________________
Referências Bibliográficas:
-
Woods, Thomas Jr, “How the Catholic Church Built Western Civilization”;
Regury Publishing Inc., Washington, DC, 2005.Wright, Jonathan, “The
Jesuits: Missions, “Myths and Histories”, London: Harper Collins, 2004,
pp. 18-19.
- White Jr., Lynn, “Eilmer de Malmesbury: um
aviador século XI,” Tecnologia e Cultura, II, n. 2 (Spring 1961). 2
(Primavera 1961).
Maxwell Woosnam, Eilmer: Eleventh Century Monk of
Malmesbury (Malmesbury, UK: Friends of Malmesbury Abbey, 1986). Maxwell
Woosnam, Eilmer: monge do século XI de Malmesbury (Malmesbury, Reino
Unido: Amigos da Abadia de Malmesbury, 1986).
- http://culturadavida.blogspot.com/2008/04/academia-de-cincias-do-vaticano.html
- http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/dna/marshall-o-homen-do-codigo.php
- http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=43539&cat=Artigos&vinda=S
- http://www.comshalom.org/noticias/exibir.php?not_id=1518
- Baltasar Gracián, “A Arte da Sabedoria” – Edição completa, Editora Best Seller.
- Schumpeter, Joseph, “ A History of Economic Analysis”, N. Y., Oxford University Press, 1954, p. 97.
- Gregor Mendel: cienciahoje.uol.com.br
- Guido d’Arezzo: http://reflexaoemmusica.blogspot.com/2009/05/guido-darezzo.html
- São Cirilo e Metódio – Warren H. Carroll, The Building of Christendom (Christendom College Press, 1987) pp. 359, 371, 385.
-
COSTA, Ricardo da. A Educação na Idade Média. A busca da Sabedoria como
caminho para a Felicidade: Al-Farabi e Ramon Llull. In: Artigo
publicado em Dimensões – Revista de História da UFES 15. Dossiê
História, Educação e Cidadania. Vitória: Ufes, Centro de Ciências
Humanas e Naturais, EDUFES, 2003, p. 99-115 (ISSN 1517-2120).
- Nollet – Enciclopédia Católica
- Copérnico no Museu de Frauenburgo/Frombork
- http://www.frombork.art.pl/Ang01.htm
- http://www.calendario.cnt.br/MAQUINAESCREVER.htm
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Luca_Pacioli
- Hughes, Barnabas B. (editor). 1981. Jordanus de Nemore. De Numeris Datis. Berkeley, CA: University of Califórnia Press.
- Nicole Oresme, School of Mathematics and Statistics University of St Andrews, Scotland.
-
Edição especial do [[Correio da Manhã]] – “Os Papas – De São Pedro a
João Paulo II” – Fascículo X, “Gregório XIII, o Papa que acertou o
calendário”, página 219, ano 2005.
- ARRUDÃO, Matias. Bartolomeu Lourenço de Gusmão. São Paulo: Fundação Santos Dumont, 1959.