O ENEM, Exame Nacional do Ensino Marxista, mais uma vez demonstrou seu viés revolucionário, de GUERRA CULTURAL. Em diversas questões bateu na mesma tecla do combate aos valores das raízes cristãs que construíram as nossas identidades. O mais gritante foi o tema da redação: Como combater a intolerância religiosa no Brasil, numa clara violência psicológica contra as convicções das pessoas, e o mais grave, dos jovens, que são os mais vulneráveis, obrigados a escreverem contra o que acreditam.
A mensagem passada é que no Brasil católicos e evangélicos são intolerantes, perseguem, praticam violências verbais e não verbais contra os não cristãos, o que não é de modo algum verdadeiro. Aliás, eles é que são vítimas de piadas, escarnecidos em programas de humor, passeatas, propagandas e filmes blasfemos, que zombam dos seus símbolos religiosos e dos seus valores, impunemente, e sem nenhuma resistência enfurecida dos religiosos.
Nas universidades então, que deveriam ser o espaço da pluralidade de ideias, controlada por esses seres bonzinhos e tolerantes, os cristãos são rotulados, escarnecidos, sujeitos à leitura de autores que fazem ataques diretos às suas igrejas, ideias e convicções, muitas vezes falseando fatos históricos e sociais, vestidos nas “camisas de força” de suas ideologias anticristãs. E esses mesmos não dizem uma palavra sequer sobre os cristãos que são torturados e mortos diariamente no mundo, vítimas inocentes, exterminados como baratas.
Vale dizer que as igrejas no Brasil fazem um trabalho social e preenchem vazios deixados pelos poderes públicos e por esses ideólogos que se dizem engajados nos movimentos sociais e nada fazem pelos que realmente precisam. Esse trabalho é abrangente, atende a todos, sem distinções, nem preconceito. Há séculos religiosos cristãos cuidam de asilos, orfanatos, escolas e milhares de obras caritativas, atendendo milhões de pessoas, sem alarde, realizando a verdadeira transformação social, incluindo de fato e não somente pelo discurso, os que vivem nas periferias existenciais.
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
domingo, 12 de julho de 2015
Religião faz mal?
Marx
escreveu que a religião é o ópio do povo, José Saramago disse que a Igreja reacionária
deveria ser combatida com a inteligência viva e Stephem Hawking afirmou que não
precisamos de Deus para explicar a origem do universo. Qual a razão de tanto
ódio? Por que nos meios acadêmicos a fé é vista como sinônimo de atraso,
obscurantismo, contrária a razão e ao progresso, intolerante, responsável pelas
guerras e por isto tão ridicularizada por professores inspirados em autores e
ideologias materialistas e ateias?
A
resposta está no orgulho humano, que reconhecendo a razão como único critério de
verdade não se dobra as verdades reveladas, sobrenaturais, comprovadas por
critérios históricos, filosóficos, psicológicos e pelas práticas sociais
solidárias inspiradas nos Evangelhos. Fazem do cientificismo, da crença no
progresso, do consenso social, das convenções sociais as normas de convivência na
sociedade e o caminho para a felicidade, desprezando Deus e a moral cristã
ocidental.
Como
escreveu o historiador Christopher
Dawson, a religião é o elemento cultural que serviu de fundamento para a
solidariedade no convívio social, devendo ser considerada sob o viés positivo, como
responsável pela construção do progresso, criadora da identidade cultural de
uma civilização, de todas as suas bases materiais e intelectuais. “A
religião é como o seio no qual tem origem os germes da civilização humana,”
afirmou o sociólogo Durkheim. Thomas
E. Woods, PhD em Harvard, no livro Como
a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental escreveu: “Foi esta
civilização moderna, gerada no bojo do Cristianismo que nos deu o ‘milagre’ das
ciências modernas, a saudável economia de livre mercado, a segurança das leis,
a caridade como virtude, o esplendor da arte e da música, uma filosofia
assentada na Razão, a agricultura, a arquitetura, as universidades, as
Catedrais e muitos outros dons que nos fazem reconhecer em nossa civilização a
mais bela e poderosa civilização da História”.
Marxismo
ou Capitalismo?
Marx
e Engels publicaram em 1848 o Manifesto Comunista, considerado o marco inicial
do chamado Socialismo Científico. As suas ideias encontraram terreno fértil no
explosivo século XIX. Somadas às ideias liberais, nacionalistas e anarquistas
motivaram movimentos revolucionários por quase todo o continente, empregando a
violência como o único método legítimo para solucionar as questões sociais. Para
Marx o motor da história é a luta de classes, as relações econômicas são o
fundamento da dinâmica social, a religião é fator de alienação dos trabalhadores,
a política, a justiça e todo o aparato ideológico e cultural funcionam a
reboque das estruturas econômicas.
Tal
ideologia foi condenada pelos papas, inicialmente por Leão XIII na Rerum Novarum,
de 1891, por desprezar a propriedade, que a concepção cristã considera inerente
à natureza humana e fator de libertação da pessoa, desde que usada
racionalmente e com funcionalidade social; por desconsiderarem Deus e toda a
questão da alma e da espiritualidade humana; por possuírem uma concepção
materialista da história e pregar a violência, a luta armada como forma de
construção da sociedade comunista, o paraíso na terra, uma verdadeira utopia. E
onde tais princípios foram aplicados, nos processos revolucionários do século
XX, o que se viu foi a opressão e a falta de liberdade, os massacres, as
perseguições religiosas, a completa libertinagem como método de libertação das
forças alienantes da sociedade, das instituições como a família, consideradas
elementos da moral burguesa e obstáculos para a revolução.
A
Igreja, com base nos Evangelhos, na riqueza dos conhecimentos elaborados ao
longo dos séculos sobre as questões sociais e fundados numa concepção integral
da pessoa humana e na lei natural, propõe o respeito aos trabalhadores, que devem
ser tratados com dignidade, a função social da propriedade, a redução das
desigualdades extremas e todas as formas de opressão, condenando ao mesmo tempo
as propostas radicais do socialismo e do anarquismo, mas também a lógica
consumista, materialista e voltada unicamente para o lucro e a acumulação de
riquezas da sociedade capitalista.
sábado, 11 de julho de 2015
A verdadeira Pedagogia...
A Pedagogia tradicional é
demonizada por pedagogos e professores marxistas, à moda Paulo Freire, que se
intitulam libertadores, criadores de uma consciência crítica capaz de engendrar
a transformação social e a construção de uma sociedade democrática, solidária e
cidadã. E na verdade nunca se viu tanto individualismo, egoísmo e violência nas
escolas e na sociedade. A escola tradicional tinha os seus defeitos, inerentes
às contingências humanas, mas nos limites do seu contexto produziu conhecimentos
e inspirou valores humanos que fermentavam as práticas sociais, pautadas no respeito,
tolerância, disciplina, honestidade e no senso de responsabilidade, produzindo
uma verdadeira transformação nas relações humanas.
A Pedagogia tradicional não
é a que se identifica com a educação tecnicista, inaugurada com a Revolução
Francesa e Industrial e muito em voga no século XX, mas aquela aplicada no
Brasil com os jesuítas, representada pela Ratio Studiorum, que se fundamentava numa
concepção integral da pessoa humana e incorporava toda a riqueza dos
conhecimentos construídos pela Filosofia, Teologia, e tudo o que foi produzido por
grandes estudiosos nos séculos anteriores, como Santo Agostinho, Boécio, Santo
Tomás de Aquino, Hugo de São Vitor e tantos outros. Era uma educação que tinha
com clareza as ideias dos fins. Educar para quê? Para que se conhecesse o mais
profundo sentido e a razão da existência da vida humana, onde a abertura para o
transcendente era o centro da formação educacional. E vale lembrar que considerava
o aluno como o verdadeiro sujeito do processo de ensino e aprendizagem, era um
modelo dinâmico na utilização de recursos, como por exemplo, o teatro, e que
valorizava os conhecimentos experienciais dos educandos e a construção coletiva
dos conhecimentos.
O MARXISMO ...
O socialismo produziu milhões
de mortos no século XX. Nos países onde a doutrina marxista foi implantada a
história está repleta de perseguições e extermínios em massa, como no caso dos
Gulags da URSS. A opressão e a falta de liberdade, além do caos econômico
produziram a derrocada do socialismo, simbolizadas na queda do Muro de Berlim e
no fim da URSS. Mas a doutrina marxista não deixou de ser hegemônica nas
universidades, pois os seus conceitos, em especial o materialismo histórico e
dialético, continuam sendo os critérios fundamentais de análise das dinâmicas
sociais. A História, a Antropologia, a Filosofia, a Pedagogia, a Geografia e a
Sociologia utilizam os princípios marxistas como recursos metodológicos para a
interpretação da realidade, colocando-os a serviço da revolução cultural,
centrada na transformação da sociedade a partir da quebra de “tabus”, da
contestação dos fundamentos que construíram a civilização ocidental: O Direito
Romano, a Filosofia grega e a moral Judaico-cristã. Assim, a noção de verdade,
de bem e de belo e as virtudes que constituíam os alicerces da vida social
passam a ser contestados e derrubados e sem estes fundamentos a sociedade
caminha a passos largos para o caos. É importante resgatar a noção do
transcendente, o valor das instituições, a necessidade da virtude e do bem,
como elementos essenciais para a construção das relações sociais mais humanas e
harmônicas.
sexta-feira, 10 de julho de 2015
A
história ensinada nas nossas escolas...
O
ensino de história deixou de ser fundamentado na reconstrução do passado a
partir dos princípios da imparcialidade, da consideração do contexto da época,
da objetividade e fidelidade às fontes para tornar-se um campo de devaneios,
onde os fatos são interpretados sob o viés ideológico marxista, pluriculturalista,
vestidos em verdadeiras camisas de força, em conceitos forjados para justificar
teses como o materialismo histórico, a luta de classes e o multiculturalismo. A
história transformou-se num verdadeiro tribunal e os historiadores em juízes
implacáveis, que condenam os feitos e as mentalidades que não servem ou são impecilhos
aos seus objetivos revolucionários. Assim, por exemplo, todo o trabalho heróico dos jesuítas na América em favor dos indígenas é julgado como um serviço ao
colonizador opressor e uma violência cultural contra as civilizações indígenas.
Uma análise de fontes primárias, por exemplo, dos relatos dos próprios índios,
cartas dos jesuítas, depoimentos de época, demonstram bem o contrário. É preciso
investigar com imparcialidade para não transformar a história num emaranhado de
juízos de valor.
Refletindo...
O crescente ateísmo entre os jovens.
É
cada vez mais comum jovens que cursam o Ensino Médio e a universidade
tornarem-se ateus, adotando um discurso que beira ao ódio contra as práticas
religiosas, em especial ao Cristianismo, fundamento essencial da construção da
civilização ocidental. Isto porque são
doutrinados por professores marxistas, materialistas, relativistas, que lhes
apresentam uma única bibliografia, inspirada por estas mesmas ideologias, sem
ao menos conhecer autores clássicos, conservadores, que permitiriam um
contraponto à hegemonia esquerdista do pensamento contemporâneo. Que tal ler
Edmund Burke, Christopher Dawson, Paul Johnson, Gilberto Freire, Russel Kirk e
tantos outros?
A Ciência construída com base nos fundamentos materialistas
fomenta o orgulho, que despreza a fé, Deus e a transcendência, gerando a
autossuficiência alienante. E sem os alicerces da moral e os fundamentos dos
valores encontram nas universidades o ambiente permissivo para dar vazão a
todos os desejos, onde comportamentos e práticas grupais exasperam verdadeiras
irracionalidades, que negam a própria dignidade humana.
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